O quarto ciclo de presidências abertas chegou, a 25 de fevereiro, à freguesia de Oliveira do Douro. Depois da habitual reunião matinal entre os executivos municipal e da freguesia, ainda durante a manhã o grupo de trabalho visitou as obras, atualmente em curso, do edifício da junta de freguesia, de requalificação do centro cívico oliveirense, que será batizado de José da Silva Candoso, e de reabilitação da Divisão Policial da PSP em Gaia.
A tarde foi dedicada a novas deslocações a vários pontos da freguesia, tendo o primeiro ponto de paragem sido a Escola Básica do Outeiro. Alvo de intervenções recentes na cantina, no recreio e no muro das traseiras, a escola necessita, porém, de uma obra mais estrutural. Uma preocupação que ficou clara aos olhos de todos e foi detalhada na voz da sua diretora, a quem o executivo municipal liderado por Eduardo Vítor Rodrigues assegurou que esta será uma das prioridades no que toca às próximas reabilitações de estabelecimentos de ensino no concelho.
Após uma breve passagem por um terreno, junto aos Arcos do Sardão, onde a Câmara Municipal erguerá habitações destinadas a arrendamento a custos controlados, a comitiva seguiu, por fim, para a Estrada Nacional 222, onde prosseguem as obras da primeira do metrobus, que ligará a avenida D. João II à rotunda dos Arcos do Sardão. Um investimento que tem como base o compromisso de redução do consumo energético, diminuindo as emissões de CO2, através de uma solução que melhora as condições para o transporte público (autocarro em canal dedicado). A empreitada continua de forma faseada, por forma a minorar o impacto dos trabalhos numa zona de tráfego intenso.Durante a noite, algumas dezenas de pessoas participaram na sessão aberta, realizada no auditório do Centro Paroquial de Oliveira do Douro com o objetivo de proporcionar discussão e esclarecimento sobre as questões que mais preocupam a junta de freguesia e as instituições locais. Um momento para “recebermos críticas e contributos e darmos conta das nossas ideias, para dialogar e ouvir o que as pessoas têm para dizer”, salientou Eduardo Vítor Rodrigues, em dias marcados pela guerra na Ucrânia “que nos atordoa a todos e implica que tenhamos resiliência para não desistirmos”.






