Hoje, o CESP, trabalhadores e o seu sindicato, uniu-se frente ao Pingo Doce da Avenida da República, em Gaia, para denunciar a falta de transparência no referendo para implementação do Banco de Horas Grupal.
O Pingo Doce decidiu excluir os representantes dos trabalhadores de todo o processo do referendo e ameaçou os trabalhadores que caso votassem “não”, deixariam de receber prémios.

O banco de horas tem impactos negativos na vida e organização familiar e pessoal dos trabalhadores. A empresa pretende que sejam as chefias a decidir quando é que os trabalhadores podem ou não ir buscar os filhos à escola, se almoçam ou jantam em família ou quando estes podem descansar.







