Obra no pavilhão de Olival parada e sem empreiteiro

A construção do pavilhão de Olival  ficou a meio, está parada e sem empreiteiro, que alegou “não ter condições para continuar” tendo em conta a subida do custo dos materiais, segundo referiu, esta segunda-feira, Eduardo Vítor Rodrigues , à margem da reunião de Câmara.

O presidente da Câmara disse entender esta pretensão, mas lamentou que o parecer jurídico que pediu não aconselhe a aprovação desta medida. A construção do pavilhão parou no final do ano passado, quando o empreiteiro alegou “não ter condições para continuar”

O pavilhão orçado em 1,4 milhões de euros e uma área de cerca de 5.200 metros quadrados, com uma bancada com capacidade para 275 lugares sentados.

 A área de jogo foi desenhada para a prática das modalidades de andebol, futsal, basquetebol e voleibol, além de mini-basquetebol, que será pratica em dois campos transversais. Numa lógica de investimento inteligente e sustentável, o pavilhão foi projetado na perspetiva de uma utilização racional de energia, recursos naturais e recursos às energias renováveis. 

Em nota de destaque, o polidesportivo de Olival não é caso único. No espaço de 15 dias também uma empreitada num bairro social, a cargo da Gaiurb, em Canelas, ficou ameaçada. A razão é a mesma: o encarecimento das matérias-primas.

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Imagem: Jornal Notícias