Começou esta terça-feira o julgamento de um empresário de Gaia acusado de homicídio. Em março, foi condenado por um tribunal de júri a 24 anos de prisão por homicídio qualificado e profanação de cadáver. A vítima foi um homem de 35 anos. O crime, que ocorreu em agosto de 2019, terá sido consumado por ciúmes.
Enquanto espera que o acórdão transite em julgado, o empresário de Gaia, que está em prisão preventiva, regressou na manhã de quarta feira a tribunal e voltou a sentar-se no banco dos réus. Desta vez, acusado do homicídio de um homem de 53 anos em junho de 2019.
A vítima terá sido agredida com um objeto cortante quando estava em casa em Arcozelo. A habitação foi incendiada.
Na primeira sessão do julgamento foi chamada a depor, por videoconferência, uma perita do Instituto de Medicina Legal. A autópsia revelou uma hemorragia na zona do pescoço que poderá ser compatível com a aplicação de um golpe.
Não há indícios de que a vítima estivesse viva no momento do incêndio. A causa da morte é indeterminada.







