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Decorre até 8 de julho, na Quinta da Fiação, em Lever, a 5.ª Bienal Internacional de Arte Gaia, que compreende vinte exposições de mais de 300 artistas de várias nacionalidades, que pretendem continuar a cumprir o objetivo de “agitar consciências” numa “Bienal de Causas”, que este ano presta homenagem a Carlos Carreiro e João Jacinto. 

Organizada pela Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural com o apoio da Câmara Municipal de Gaia, a Bienal Internacional, aborda temas sociais prementes, através de pintura, escultura ou fotografia. Será lembrado o 25 de Abril, antecipando o 50º aniversário da Revolução dos Cravos, com um conjunto de 18 trabalhos realizados por Álvaro Cunhal, entre 1951 e 1959, nas cadeias da Penitenciária de Lisboa e do Forte de Peniche. A programação inclui também a mostra coletiva de pintura, escultura e desenho «Revolução – 50 anos, 50 artistas», com curadoria de Ilda Figueiredo, que inclui trabalhos de Rui Ferro, Norberto Jorge, Henrique do Vale, Isabel Lhano, Fernanda Vilas Boas, Diogo Goês e Manuela Bronze, entre outros.

Nesta edição, África é o continente convidado, estando representado na exposição coletiva do «Projeto Manoueuvre», com curadoria de Jorge Salgueiro, que reúne obras de artistas como Alberto Chissano, Gonçalo Mabunda, Kheto Lualuali, Lulu Maparangue, Malangatana, Mapfara, Nino Trindade, Reinata Sadimba, Samuel Muankongue e Simbraz. 

Até 8 de julho, de terça-feira a domingo, das 14:30H às 19:00H. A entrada é gratuita.

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